Domingo, 21 de outubro de 2018 Nossa história      

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Secretaria de Saúde promove palestras sobre hanseníase e verminose na escola municipal Maria das Mercês

Por Secretaria de Comunicação Social

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Cabeceiras realizou na manhã desta terça-feira, 12/06, durante a reunião com pais de alunos, na U. E. Maria das Mercês, palestra sobre a conscientização e sensibilização da comunidade dentro da Campanha Nacional de Hanseníase. O objetivo é informar educandos e professores da rede municipal de ensino, bem como as famílias dos alunos, sobre esta doença, por meio de abordagens educativas para esclarecer sobre sinais, sintomas e fazer a identificação de casos suspeitos.

Em caso da existência de manchas suspeitas, o aluno é encaminhado pelas escolas à Unidade de Saúde para exames clínicos especializados, onde poderá obter um diagnóstico médico mais preciso para o início de tratamento, quando necessário. “Como se trata de uma doença silenciosa e que demora a se manifestar, é importante conscientizarmos o máximo de alunos e famílias para que haja a possibilidade de um diagnóstico precoce e tratamento imediato. Muitas vezes a doença evolui sem causar dor ou coceira, por isso pode se agravar sem que a pessoa acometida perceba. Mas existe tratamento gratuito que é ofertado pelo SUS”, disse a palestrante Regina Juca.

Além disso, dentro da campanha, a Secretaria Municipal de Saúde está promovendo nas escolas o tratamento de verminose. Inclusive, as equipes de saúde disponibilizam aos alunos doses de medicação contra verminose.

Hanseníase – Trata-se de uma doença crônica e infecciosa, causada por uma bactéria chamada Mycobacterium leprae ou bacilo de Hansen. Existe cura para a doença, mas, se não for tratada, pode deixar sequelas nas pessoas acometidas. A doença acomete principalmente pele e nervos periféricos podendo levar a sérias incapacidades físicas.

É transmitida principalmente pelas vias áreas superiores, por meio de contato próximo e prolongado de uma pessoa suscetível, ou seja, com mais chance de adoecer, com uma pessoa doente e sem tratamento. Podem ser acometidas pessoas de ambos os sexos e qualquer idade em áreas endêmicas. Entretanto, é necessário um longo período de exposição e apenas uma pequena parcela da população infectada adoece.

São sintomas comuns manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas, em qualquer parte do corpo, com perda ou alteração de sensibilidade térmica (ao calor e frio), tátil (ao tato) e à dor, que podem estar principalmente nas extremidades das mãos e dos pés, na face, nas orelhas, no tronco, nas nádegas e nas pernas.